segunda-feira

Querido diário,

Hoje eu estou um porre de menta, enjoada e enxaqueca-em-pessoa. Fique com este som de mexer as ancas e me deixe em paz, sim?

Toda sua,
Bia

--x--

LOS SHAKERS
Break it all (rompan todo)

We want you to come
We want you to hear
We want you to dance
Dance all night long
But when the music starts
Don?t stand there like a fool
And break it all
You listenin?me? Break it all
You forget you?re tired
You forget you?re sad
Can I shake and dance
With friends tonight
But when the music starts
Don?t stand there like a fool
And break it all
You listenin?me? Break it all
If you?re alone and nobody shakes with you
Oh, please don?t mind and shake ? oh yeah!
Now, we?re all fine
Do the shake, do the shake ? oh yeah!
And break it all
You listenin?me? Break it all

quinta-feira

Não querendo contar o ovo no cu da galinha, mas parece que tem horas que Deus olha prá mim e fala "aaah, muleque!", acompanhado de um soquinho no queixo.
É, num tô podendo reclamar, não. Embora goste.

--x--

E o que corre à boca pequena nos corredores da empresa é que criei uma nova filosofia de vida, o "É, tipo isso". Um jeito sutil de ser grossa. Ah, pode soar pedante, mas eu não tenho saco prá burrice. Aliás, nem prá gente burra, nem mal-educada, nem confiada. Não tenho saco nem comigo, quanto mais prá essas lidas do dia-a-dia, que me tiram a paciência e prezada educação. Agora, vê se não merecia:
Fim do dia, humor do cão, aporrinhações financeiras e dúvidas estúpidas jogadas em cima de mim. Aí liga a dona Maleducada no meu ramal e pede prá falar com um cara. Olho prá trás e ele não tá, peço prá deixar recado. Assim que desligo, me avisam que na verdade ele não foi trabalhar. Pena, liga outra hora, vou fazer o quê? Mas, não, Maria Maleducada torna a ligar e eu aviso a fina flor da ausência do garoto. Ao que a égua me responde:
- Que dizer que, se eu não ligasse de volta, nunca iria saber, né?
- É, tipo isso. - tuuu tuuu tuuu
Ah, vá saindo, e eu lá tenho voz de secretária? Sou intolerante mesmo, saco! Ou, como disse um amigo, sou um doce, mas pise no meu calo que voa um balde de merda.
Acho que agora vou ter que fazer a linha megera prá sustentar tal filosofia.
Venham! O tipoissismo está aí para extravasar sua raiva!

terça-feira

Para um dia de bode, com essa chuva irritante que está caindo.

Brick
Ben Folds Five

6 am day after Christmas
I throw some clothes on in the dark
The smell of cold
Car seat is freezing
The world is sleeping
I am numb
Up the stairs to her apartment
She is balled up on the couch
Her mom and dad went down to Charlotte
they're not home to find us out
And we drive
Now that I have found someone
I'm feeling more alone
Than I ever have before
She's a brick and I'm drowning slowly
they call her name at 7:30
I pace around the parking lot
then I walk down to buy her flowers
And sell some gifts that I got
Can't you see
It's not me you're dying for
Now she's feeling more alone
Then she ever has before
She's a brick and I'm drowning slowly
off the coast and I'm headed nowhere
She's a brick and I'm drowning slowly
As weeks went by
It showed that she was not fine
They told me son it's time to tell the truth
She broke down and I broke down
Cause I was tired of lying
Driving home to her apartment
For the moment we're alone
She's alone
I'm alone
Now I know it

segunda-feira

Como já diziam lá em Santa Rita do Sapucaí, ê cunversinha!

Recebi este e-mail hoje:

Olá, tudo bem?
Outro dia conversei com uma garota em um bate papo e me passaram este e-mail. Gostaria de saber se é você mesma. Se não for, peço que delete o e-mail - acho que não vale a pena confusão por uma brincadeira de mal gosto. Caso seja você, gostaria de te conhecer. Como te disse, sou casado, 30 anos, corpo de 25, bonito. Nos casamos super cedo, com 20 anos, e hoje o casamento está uma rotina só. Falta carinho, fazer coisas diferentes, realizar desejos. Tenho mil vontades, mas ela não curte nada. É super puritana e hoje sinto falta de uma bem sapequinha que me conquiste, que me encha de mimo, que me pegue de jeito, me jogue na parede... rs
Não tenho filhos, sou executivo em uma grande empresa em São Paulo.
Procuro alguém legal, que, antes de tudo, seja super minha amiga, que seja resolvida, sapeca, tarada, etc. Quando você perguntou se eu te ajudaria, não tenho problemas financeiros e não me incomodaria em ajudar essa mulher. Uma "namoradinha" que tive por um tempo, nós curtimos muito, dei um carro para ela, paguei o aluguel dela, e não me arrependo, pois todos os momentos que passamos valeu a pena e faria tudo de novo. Claro que ficamos juntos um tempo considerável, não fui distribuindo coisas assim, mas amo dar presentes, encher de mimar muito, desde que estejamos bem e que ela me complete.
Como te disse, não tenho fotos no momento, ainda não entrei totalmente na era digital. Sou iniciante em relação a Internet, no sentido de conhecer gente, mas sou bem bonito - dá para passear no shopping de mãos dadas e apresentar as amigas (correndo o risco delas gostarem). rs
Se puder mande umas fotos suas - vamos ser amigos, podemos conversar, ajudar um ao outro, ser parceiros, cúmplices e quem sabe algo mais...

Milhares de beijos

Seu amigo/amante.
*

Resposta na ponta da língua, não dada:

Caro amigo/amante,

Obrigada, mas meu preço é questão de alguns reais mais caro.

Tapinhas nas costas,

Sua Desconhecida Vade-Retro


Truquezinho mais velho, hein, amigo/amante?
Interesseiras do meu Brasil, aqui está a chance de ganhar um troco às custas de um carente cujo diferencial é medido em $$$. Mandem e-mails para o tio aqui e garantam um carro popular na garagem, mais despesas pagas! E mantenham as sirigaitas longe, porque o cara é paudurão!

* dei uma corrigida no texto por alto, porque estava ininteligível

domingo

Le Grand Cirque du Mique - Especial Deficientes
São tantos os micos que dividi em categorias

Mico 1 - Bia e os Retardados

Na minha aula de jornalismo, nos EUA, tinha um determinado dia em que a gente tinha que dobrar os jornais e colocar os anúncios dentro, para fazer a distribuição na escola. Para isso, a nossa caridosa e socialmente preocupada professora chamava a classe de alunos ?especiais? para ajudar. Eles eram bastante prestativos, ficavam lá, concentrados na colocação certa de cada anúncio ? salvo exceções como Mikey, que queria muitos abraços e nada de tarefas.
E lá estava eu, separando os anúncios numa linha de produção, quando comecei a me atrapalhar e botar papel onde não devia. Típico. Parei, respirei, corrigi o que tinha feito e dei algumas bufadas. Incomodada com meu mau-humor, Seliena, uma colega, perguntou o motivo da raiva. Ao que eu grandemente respondo, em alto e bom som:
- Because... Because I am SUCH A RETARDED!
A classe ficou em silêncio, como num episódio do Chaves. Só eu não tinha me ligado. A professora me olhou feio e voltou a abraçar o Mikey. Eu... eu só quis me transformar em um avestruz.

Clap clap clap clap clap!

Mico 2 - Falando egado

Desde que eu me conheço por gente, fico fazendo aquela voz que depois virou mote de comercial de cerveja, o tal ?espeguimenta?. Só que um dia eu fui trabalhar não com um, mas com dois pobrezinhos que falavam assim. O pior era que os clientes com mais erres no nome sempre eram passados para eles. Uma hora eu ia acabar falando igual, se bem me conhecia.
Um belo dia, a tragédia aconteceu. O cara sentava atrás de mim no trabalho, falava o dia inteiro assim. Peguei o sotaque, ué. Soltei:
- Ai, caga, queguia ig no Ibigapuega no sábado...
Viktor, que sentava na minha frente, me olhou por entre os computadores com cara de horrorizado. A ficha não caiu.
- Cagol, tegminei a página. Tá no segvidog.
Olhou de novo para mim, agora com aquela cara de mãe puta da vida.
- Deu, né, Bia?!
- Quê? - fomos até a cozinha, e então ele me avisou da asneira que eu tava falando.
Voltei arrasada para minha mesa, não conseguia nem olhar pro cara, coitado. Poga, mas com um empguego tão bom, pogque não fazia fono?

Clap clap clap clap clap!

Mico 3 - O deficiente na rodoviária

Dia de viagem para o Rio, para variar, atrasados. Corremos até o guichê para retirar as passagens e entrar no ônibus. Na nossa frente, um homem com grande dificuldade de movimentação se equilibrava nas muletas para conseguir pegar a carteira e pagar sua passagem. Pagou. Mais outro parto para conseguir dobrar a passagem, colocar na carteira e então, no bolso. Eu, distraída com as malas que pesavam, soltei-as no chão e resmunguei para o namorado.
- Que droga, meus braços não funcionam mais! - dobrando o braço repetidamente
O namorado me olhou com desprezo, enquanto o moço das muletas passava ao meu lado.
- Por que não fala mais alto? Acho que ele não ouviu!
Esperei, do fundo do meu coração, que ele também fosse surdo. Ninguém é obrigado a me aturar.

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quinta-feira

Deitando o cabelo III - classe e glamour na Deep Sleep

Tá um pouco em cima da hora, mas, como meu primo é um enrolado que não me manda o flyer (tá me ouvindo, coração?), eu faço o boca-a-boca mesmo (blog-a-blog?).
Entonces, hoje tem Deep Sleep no Matrix, aquela noite que só toca música boa e Tatuí se reúne para cornetar com os conterrâneos. Os DJ's gêmeos siameses Fábio e Paulo Módena + Cabral comandam a pista e avisam que marias-picape são sempre bem-vindas. Machos pagam R$ 10 e ganham duas cervejas, fêmeas pagam com o carão retamado.
O Matrix fica na R. Aspicuelta, 459, entre a Fradique e a rua de cima.
Quem é legal, vai!
A Cecília falou que eu sou cruel, pode? É, falou que minhas chantagens emocionais são no mínimo assustadoras, só porque eu uso da morte e da minha eterna ausência para chamar a atenção. O que que eu posso fazer se eu venho de uma linhagem de chantagistas baratos?
Minha saudosa Vovóca já dizia: O dia em que eu morrer, quero ver vocês se virarem! - jargão que hoje é repetido por seus três filhos. Meu Nonno assustava minha mãe, dizendo que a Nonna tinha fugido com um homem de bigodinho, e no entanto minha mãe acabou se casando com não só um, mas dois homens de bigodinho.
Poxa, que que tem então eu falar que vou virar uma cambalhota, quebrar o pescoço, morrer e abandonar meu namorado? Hein? Ela sugeriu que eu usasse de frases engraçadinhas, do tipo "vou virar uma cambalhota e ficar de fiofó prá cima".
Er... eu fico com o drama, ok? Hpmf, fiofó prá cima... coisa mais constrangedora, sô!

terça-feira

Terça no Parque

Não vou à terapia por motivos de força maior, vulgo "tenho mais um médico para ir e aumentar minha carga de remédios e meu teor de hipocondria". É, porque agora no almoço eu tomo dois anti-depressivos e duas vitaminas para dissolver uma displasia. Imagina a cena: no meio da refeição, abro a bolsa, tiro uma caixinha de comprimidos separados por dia, engulo quatro de uma vez junto com a coca-cola e digo, aliviada, "mais um dia de vida!". Adoro, quer falar de drama, me procure!
Mas então, voltando, aí eu não vou na terapia. Mesmo porque, se fosse hoje, pobre da dona Cecília, ia sair biruta de lá! Em vez disso, marquei com o Tulio uma noite de alegria (calma, Lëka, não vai envolver partes nuas!), com direito a Hamburguinho, televisão aberta e louvor a Jesus Cristo. Ninguém iBost, porque eu concluí que, quanto mais participo desses eventos, mais publicitária me assumo. E não, não, não, eu sou re-da-to-ra, nem vem! Pois bem, então vamos lá rir da tevê, falar merda desmedidamente e ter uma noite boa, porque o dia pede.
E se alguma boa alma puder me dar cápsulas de "disposição concentrada", eu ficaria eternamente grata.
Podia ser uma novela. E se fosse, o final feliz seria um requerimento básico.
I'm a star in New York, I'm a star in L.A.

Longe do blog, porque ando ocupada sendo conselheira afetiva, assessora de imprensa, comediante, mendiga, mãe, irmã, filha, tia, boba da corte, receptora de notícias desagradáveis, orgulho da empresa etc..
E claro, engolindo as supresas da vida.

quinta-feira

Eu não dou um bom episódio dos Normais?

- Hoje vou fazer um jantar deluxe
- Pra mim?
- É. Vc vai ficar quentinho e feliz.
- O que vc vai cozinhar?
- Sopa Campbell's com croutons. Só me diz do que vc quer, tomate, letrinhas, galinha...
- Pode ser de funghi
- Ah, nãããão.
- Não quero de tomate não, quero com sustança.
- Chato chato chato não vou fazer mais nada enfia a latinha no cuuuuu!
- Tá
- Ah, não, para de ser chato, eu tava brincando. De galinha tem sustança!
- Escolhe ai então.
- Escolhe você.
- Eu não sei do que tem
- De novo: tomate, galinha, vegetais com letrinhas, brócolis com queijo.
- Só?
- Que eu conheça, só.
- Galinha
- Viado!

quarta-feira

Estação Vila Mariana, 20h30. Meu ônibus pára e três cavalheiros se atropelam na minha frente para entrar.
- Aí, cobrador, deixa nóis entrar?
- Sem pagar, não.
- Ah, deixai, mano!
- É rapidinho ? diz outro, encapuzado e politicamente-incorretamente suspeito.
- Não, não pode, agora vai descendo.
Ufa, vou poder passar pela catraca, pensei. Não. O ônibus andou trinta metros e parou de novo. Agora, outro trio, muito mais suspeito e mal-educado, adentra o coletivo.
- Aí, parceiro, deixa nóis entrar?
- Nãããooo. Já barrei aqueles três ali atrás, não vou deixar vocês, né?
- Aô, mano, que preconceito é esse? - e começou aí um discurso de classes, empregos e o cacete.
E eu na catraca, esperando o cobrador me entregar o troco. Claro, ele parou de fazer o que fazia para discutir. Se soubesse fazer as duas coisas, não era cobrador. Preconceito prá cá, situação do país prá lá, vai perder teu emprego acolá... Putamerda, custa me dar o dinheiro prá eu sentar? Enfim, prosseguimos, sem os elementos.
Eis que o motorista resolve se pronunciar, passado o ranca-rabo. Algo me diz que ele era parente do meu avô, rei da blasfêmia, ou de Graça Vader, imperatriz das frases preconceituosas. Disse assim:
- Querem descer aqui perto, né? Sei. Se passasse um balão distribuindo cocaína na Paulista, aposto que iam a pé até a Consolação.

Não consegui segurar o riso. Àquela hora do dia, nenhum espírito madrepaulínico ia me acometer, eu queria mesmo era dar risada. E espero, do fundo do meu coração, que em outra dimensão social, façam piadas de humor-negro sobre redatoras paspalhas como eu.

segunda-feira

Coisas que eu mais disse neste fim de semana

Mindingo
Aí, né...
Frio
"Debaaaa-ser" - com aspas do Dr. Evil
Gente mais simples
Como eu vou para (...)?
Palavrões inúmeros ? especialmente durante o show

A-ha-ha TAME!

Tem coisas que a gente guarda na cabeça pra sempre, e nem precisam ser tão marcantes assim. Basta ter um significado momentâneo e pronto, tá lá, arquivado. Como quatro anormais gritando ?tame? num carro.

-x-

Um dia, eu vou ter 113 anos, minha irmã terá 109, e nós diremos:
- Ô Cridence, lembra daquela vez que a gente foi pra Curitiba?
- Cu-de-tia tem você. Ô mãããe!
- Curitiba, anta de botas! Que a gente foi ver os... os... aquela banda de gordinho, como chama?
- Fat Family? Ah, os Piches.
- Pixies, mula, Pixies!
- Ô mããããe!
- A mãe tá véia, deixa ela em paz. Enfim, a gente foi com aquela minha amiga, a Telma, lembra?
- Uma que tem o Homem Aranha tatuado na bunda?
- Essa, agora tá assim. Foi bom, né? Lembra que você encheu a cara e jogou a calcinha no palco?
- Não, Biri, essa foi minha bisneta na semana passada. Ô manhêêê! Olha a Biri!
- Gigaaaantic, Gigaaantic, Gigaaantic, a big big love!
- Cê tatuou essa frase depois do show, né, Biri?
- Foi sim, mas agora eu to tão gorda que não lembro onde foi.

E isso vai para o Grande Livro de Memórias das Irmãs Bonduki

sexta-feira

The wait is over

É hoje, 15h30, que pegaremos o Golden Bus no posto 2000 e partiremos para o CPF. Deus, que nervoso!
Tenho tudo comigo, só preciso achar minha irmã por lá, para termos ataques histéricos juntas, o Lula, para ter abrigo e boas risadas, e meu primo, para chorarmos segurando uma vela na beira do palco.
Igh!
Não se assustem, é que eu nunca fui num show de tão grande porte na minha vida.

quarta-feira

Doces Estraga Neném

Você foi uma criança glutonicamente impedida?
Eu fui. Minha mamãe-general não deixava eu comer salgadinho, dip’n’lick, mascar chicletes de cores esdrúxulas e funções divertidas (mancha a língua, explode na boca, gruda no aparelho) e muito menos comprar geladinho da servente da escola – porque era feito com água suja e eu fiz questão de falar isso pra dona.
Minha vida era composta de pratos verdes e saudáveis, cheios de vitaminas e minerais, com pouco sal e pouco óleo. Ou seja, apesar de minha mãe cozinhar divinamente, a vida era meio arroz-com-chuchu.
Aí hoje eu saí pra comprar meu lanchinho da tarde e, depois de me decepcionar com a padaria às moscas aqui do lado, entrei numa vendinha colorida chamada Doces Santa Rita. Ai, minha Santa Rita da Taxa de Glicose! Imaginem todas as porcarias do mundo reunidas num lugar! Desde suco roxo que vem na pistolinha até salgadinho extrato-de-chulé. Tudo, tudo! Fiquei deslumbrada e pensei que, se ainda fosse criança, teria pegado de tudo um pouco.
Pena que agora eu sou velha, com gastrite, de aparelho e com medo de engordar, então só comprei um suquinho de maçã e uma Ana Maria. Blé.

terça-feira

A vida é um palco, capítulo 18

l diz:
hahaha, eu comia cola tenaz!
Madalena arrependida diz:
sério?? eu comi cocô uma vez
l diz:
FILHA DA PUTA!
ME FEZ DAR UMA GARGALHADA NO ESCRITÓRIO SILENCIOSO!

segunda-feira

CPF Deluxe-Super-2000
Black Francis merece toda minha dedicação.

Preparo: confirmar estadia amiga, ter vontade e ir atrás. Porque, claro, estamos falando da monstra preguiçosa aqui, que faz tudo pelo modo mais fácil.

1º passo: ter a grana
2º passo: entrar no site
3º passo: confirmar compra de ingresso
4º passo: pagar o ingresso
5º passo: receber o ingresso
6º passo: reservar hotel
7º passo: comprar passagem de ônibus
8º passo: controlar a ansiedade

O oitavo passo é sempre o mais difícil. Sexta-feira demora a chegar, e eu a-pos-to que a quinta-feira vai ser o dia mais longo da semana. Mas vai ser luxo, glória, gargalhadas e boas memórias. E ainda vai ter participação especial de Jabutis de Oliveira, meus fofinhos, para a diversão ser ainda maior.