terça-feira

Conto o sonho mas não conto o santo

Era assim, eu tava na estrada prá Maranata, que é o sítio do meu nonno, eu e uma amiga1, que depois virou amiga2 e depois amiga3. Ok, então eu tava lá, aí a gente passou na frente da casa de um boy que eu dou muita bola - e ele me retribui com piadas imbecis - e ele grita "essa menina que eu vou lamber usa óculos, e ela fica feia assim, eu quero lamber ela sem óculos". Ele estava de óculos, eu também, só que eu tava num carrinho de rolemã motorizado e nem pude parar prá deixar ele me lamber, ou o que mais ele quisesse fazer comigo. Fui embora dando bitch fits porque era o momento de pegar ele, mas segui em frente. Acabei tendo que ir prá um prédio na Faria Lima, acompanhar a mudança de um outro amigo. Ele tinha se separado da mulher e arrumado uma ainda mais feia, gorda, que usava camiseta velha da UCLA e short samba-canção e tratava ele que nem merda. O apartamento deles era enorme, quatro andares, e tinha um anúncio de salsicha alemã no quadro da sala. Ele ficava andando ora de cueca, ora pelado. Eu tava achando aquilo o máximo, mesmo ele estando super fudido. Aí eu resolvi fazer ioga na parede com essa amiga que já tinha virado a amiga3, prá ver se eu menstruava logo. Ela virou de ponta cabeça e pá, quebrou o pescoço. Eu fiquei me sentindo mal, porque eu fiz ela terminar de virar a cambalhota, em vez de voltar prá trás. Mas ela não teve nada, ficou normal, só reclamando um pouquinho.
Aí eu acordei e to torcendo até agora prá isso ser muito verdade.

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