Desci agora, na minha empreitada por um sanduíche de pernil, até o bar da esquina de cima, um bar que fica no lugar de outro, imortalizado pela marchinha "Bar Pires, Bar Pires, um bar prá frente, um bar que é quente...". Realmente, aquele lugar - o atual Veredas - tem alguma coisa de diferente. Prá começar que só tinha gente bonita - vai, pô, São Paulo é uma cidade de gente muito feia. Eu mesma estava até bem arrumada prá uma freqüentadora de boteco. Aí, do meu lado, dois caras falavam de jazz. Um deles era um misto de Kevin Bacon com um lêmur, e eu achei ele bem interessante. Do meu outro lado, um playbinha desses que faz GV conversava com dois motoboys, e em determinado ponto da conversa, começaram a dividir suas garrafas de cerveja e trocar elogios educados. Nas mesas, as pessoas viam o jogo do curíntia (tá, pecou) e discutiam a temperatura e clima da cidade onde estava sendo o jogo. O hamburguer (é, não tinha pernil) estava ótimo. A coxinha também (porra, eu to de tpm). Entraram dois pitboys, bonitos, mas pitboys e começaram a ver o jogo também. Gol do curíntia. Pitboy abraça pitboy, que o empurra e faz cara de "oooh, tá me estranhando?". Acontece.
A onda na Augusta é comer e beber...
Voltei prá casa com a sensação de que eu tenho uma séria propensão nazista.
