sexta-feira

Agora eu trabalho. Agora, todo dia, eu acordo às 7h30, morrendo de dores no corpo, tomo meu café não-perecível e corro prá Brigadeiro pegar meu bumba. Chegando aqui, tem uma moça que me traz uma garrafa d'água, oferece chá e café, enquanto eu pasmo na janela com vista prá marginal Mau-cheiro.
Almoço em shopping (money talks, meal tickets whisper), volto tarde prá casa e sou recebida com um saudosinho.
Finalmente.

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