segunda-feira

Os urros de Lucielena

Era como uma sinfonia audiovisual. Lucielena urrava de dor no rim direito. A esposa do cara que foi parar lá com dor no peito, depois de ter xingado a mesma, espichava a cabeça prá dentro do corredor a cada 3 minutos. A esposa feliz do paciente folgadão de chinelas que "evadiu-se" o beijava a cada frase dita. E eu olhava com cara feia para o soro que já tinha acabado e ninguém ia lá tirar.

Uma visita ao PS num domingo à noite - tudo culpa do amarelo-sangrante - pode ser até divertida. Um viva à paciência de Paradigminha.

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