quarta-feira

eu vi que não preciso ficar marcando de encontrar ninguém em são paulo. é sair na rua, entrar num shopping, tentar entrar num vagão do metrô, almoçar em um café e pronto: mais uns três reencontros.

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ó, fica assim: eu não te ligo, eu não te procuro, eu não faço nada em prol da tal promessa. e você, você pode sumir, fazer que não tá vendo, fazer a linha "dia seguinte". porque aí ninguém vai sair chorando (por "ninguém", eu quis dizer "eu").

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a gente desenterra demônio, eles vêm tudo assombrar durante o sono.

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decidi que vou chamar a minha atual estadia de whore island. aqui não é uma ilha, aqui não tá cheio de puta, mas se eu não usar algum termo engraçado na minha situação, eu vou acabar chamando é de putaquepariu.

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