quinta-feira

o inverno chegou, eu voltei a me vestir borchalisticamente, as bijuterias tomam conta da mesinha de almoço (e eu vou vender caaaro pa carai, ah vou) e eu voltei a sonhar com você. e você falava bem assim: "é, eu to estranho e eu te evito porque eu não quero nada com você e eu acho que você quer casar comigo e eu não quero". aí eu fazia ombrinhos e falava "não quero casar não". e eu nem quero mesmo, eu só queria aaahhhmmmm é, casar não. nem namorar. tá, namorar talvez. mas só se você pedisse pro meu pai. eu queria mesmo é que você ficasse que nem cachorrinho quando a gente nem pensava nessas coisas. mas aí fui lá eu e sulafricanei.
é, o termo sulafricanar serve para dizer que você fez exatamente o que eu fiz com o sulafricano. e eu acho que vou repetir essa história até pros meus netos porque até agora eu não dimiiiito.

agora eu vou lá virar o vidro de floral anti-ressentimento, que eu to um baú bem fedido de... ressentimento, é.

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