E o sentimento mais latente vem em forma de short story:
Terça-feira, o dia que eu estava mais brokenhearted e cansada, cheguei em casa e perguntei se queriam ajuda no jantar. E um deles me pegou pelo braço e me ensinou a fazer uma sopa, um bolo de banana, empanadas e dips. E, verdade seja dita, eu nem lembro direito das receitas. Mas o sentimento nessa hora foi tão bom e acolhedor que eu fiz tudo aquilo com o maior amor no coração. Independente do que veio antes ou viria depois ou o que me seria dado em troca. E, ao invés de dormir rangendo os dentes e afinando os ouvidos prá sintonizar problema, eu guardei essa alegria toda pra mim.
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E agora conheçam Brian, o Sarcástico.
1.
- Eu não sei o que comprar pros meus pais.
- Não sei se te ajuda, mas teve um ano que, tocado pelo espírito de Natal, eu peguei as meias sujas da minha irmã, embrulhei e botei embaixo da árvore.
- (afoguei de rir)
- É, eu ri bem assim, que nem você. Já minha mãe abraçava minha irmã aos prantos e dizia que eu era uma criança má.
2.
- E por que você não estuda no FIT?
- É um sonho...
- Minha mãe estudou lá.
- Jura?!
- É. Mas aí ela resolveu ser dona-de-casa. E o mais próximo de moda que eu me lembro vê-la fazer foram uns suéteres horrendos com aplicações, que ela vendia no Flea Market nos anos 80.
(clap!)
